Harry Cartoon Potter

Harry Cartoon Potter
Tá acabando! Em quinze de Julho it all ends...

segunda-feira, julho 12, 2010

Meu livro novo!

Confiram o meu completo primeiro rascunho do meu mais novo livro, "Os Enviados do Futuro"!

Espero que gostem:

OS ENVIADOS DO FUTURO
Por Lucas da Silva Mendes

Os monstros são reais, e os fantasmas também. Eles vivem dentro de nós e ás vezes, eles ganham.- Stephen King

PRÓLOGO
Os dois amigos foram pegos totalmente de surpresa.
Quando aconteceu, foi mais rápido e, mesmo assim, mais nítido do que nunca. Como um flash.
O que era? Uma explosão? Um curto-circuito? Um acidente laboratorial?
Não.
Era uma porta.
Uma porta entre duas épocas.
Uma luz eletrificada, uma ponte, uma passagem, um caminho.
E quem iria atravessá-la? Quem estava do outro lado?
Eles. Os Enviados do Futuro.

Capítulo Um:
O Que Aconteceu Naquela Noite

-Saia já daí, Marvin!
O grito de Paul foi ignorado pelo outro garoto, que continuava a subir na árvore, louco para pegar a mais rechonchuda, grande e suculenta das maçãs da vizinha ao lado direito.
-Saia logo! Se a vizinha Mary lhe vir você aí, vai lhe espetar com a vassoura dela! Ela fica igual a uma bruxa! –gritou de novo Paul.
-Fica calado, Paul! –respondeu Marvin, a um galho de distância da maçã. –Só falta um galho pra eu pegar a maçã. Porque você não vai escutar música no seu mp4, ou vai jogar um Playstation 2, tipo assim, hein? –respondeu Marvin, já indo para o outro galho.
-Você vai cair... –avisou Paul.
-É claro que não. Aposta quanto?
-Cinco dólares!
-Feito!
Quando Marvin disse isso, esticou o braço, pegou a maçã, deu um salto mortal e caiu em pé na grama, no exato momento em que o galho quebrou e caiu atrás dele.
-Pode passar! –disse ele ao amigo.
Paul, com raiva, pegou a carteira e tirou os cinco dólares, dando na mão de Marvin, que deu um sorriso maroto e disse:
-Viu só como eu não caí? Eu sou um mutante, provavelmente! Sou o Superman!
-Só se for o Super-Besta... –falou Paul.
-Aposto que chego na casa da sua mãe primeiro! Dez dólares!
-Feito! –respondeu Paul, já correndo.
Assim, os dois garotos saíram correndo, alegres e felizes.
Paul e Marvin tinham 12 anos. Paul tinha cabelos negros, olhos castanhos, usava óculos e era magro. Já Marvin era mais musculoso, tinha cabelos castanhos, olhos azuis e também era magro. Os dois eram amigos desde os 6 anos de idade e, surpreendentemente, os pais deles também eram amigos e assim, todo dia depois das aulas e do almoço, um ia para a casa do outro para conversar, jogar, estudar e etc. Ambos estudavam na mesma escola, na mesma série e também na mesma sala, por isso, eram muito unidos. Ambos moravam nos Estados Unidos, numa cidade chamada Baxter.
Mas naquele dia eles nem desconfiavam que algo muito fantástico iria acontecer com eles. Algo que mudaria para sempre as suas vidas.
Tudo começou com um bilhete de Marvin no colégio:

Vamos para o laboratório do Sr. Perlman, da rua de baixo! Dizem que lá só tem coisa de malucos e doidos! Que tal... meia-noite em ponto? Afinal, amanhã é sábado!
P.S: Não seja covarde! Assinado: Marvin Mutante Superman


Paul era medroso. Para ele, meia-noite era modo de atrair zumbi. Para Marvin, o horário perfeito para viver uma aventura.
Assim, o dia passou. Quando era 11h58min da noite, Paul estava vendo TV e seu celular vibrou. Aviso de uma nova mensagem:

Vem logo! Já to aqui!
Vc vem ou não vem?
By: Marvin

Paul estava nervoso. Foi para o quarto dos pais, se certificou de que eles estavam dormindo, e pensou:
Esse Marvin está querendo me enlouquecer. Só pode ser...
Foi para o seu quarto, pegou uma jaqueta, uma lanterna, seu celular, dois chicletes de menta e, para se proteger, seu canivete suíço. Abriu a tranca da porta silenciosamente, e, levando a chave da casa com certo temor, deu um suspiro e saiu da casa, descendo até a rua de baixo.
A casa do Sr. Perlman ficava no fim da rua de baixo. Ele era um cientista, que havia se mudado para aquele bairro há alguns meses apenas. Ele se vestia como um cientista, sim, mas como um cientista maluco. Usava óculos enormes, tinha os dois dentes da frente acavalados, tinha um aspecto de estar sempre assustado, vivia com os olhos arregalados, e era constantemente zombado por muitos meninos e meninas que viviam ao redor. E também, os adultos frequentemente fofocavam e escarneciam do homem. A única coisa que era normal era o seu cabelo, que possuía um belo penteado, e que diziam que era a única coisa que prestava no homem. Marvin também gostava de zombar do cientista, mas, exortado por Paul, que não gostava de zombaria, fez com que ele parasse. Porém, já havia se passado dois meses que o Sr. Perlman havia desaparecido misteriosamente e sua casa, toda bagunçada, havia sido abandonada e assim, todo dia, muitos curiosos, tanto adultos quanto crianças entravam na casa e viam o que tinha lá dentro, vítimas da curiosidade humana.
Assim, Paul foi se aproximando até ver Marvin sentado na calçada, que o olhou e disse, apontando para o relógio:
-Parabéns! É meia-noite em ponto! Você é muito pontual mesmo, hein?
-Cala a boca e anda logo com isso. Já estou enrascado só de estar aqui com você. Não sei nem como eu decidi vir aqui. –falou Paul.
-Ok, Senhor Muito Responsável. Preparado para entrar na casa de um cientista com mais de mil parafusos a menos e ver seus inventos malucos?
-Não. Isso é invasão de domicílio. E eu já disse pra você pra parar de chamar o Sr. Perlman de maluco.
-Que seja. Vamos entrar!
Assim, Marvin abriu a porta e os dois entraram na casa.
Era um lugar realmente muito bagunçado. Cheio de garrafas, elixires e pergaminhos com fórmulas espalhados por todo lugar.
-Que bagunça –comentou Paul. –Isso é o lugar “incrível” que todo mundo fala? Nossa! Estou muito impressionado...
-Deve haver algo de interessante nesse lugar, tenho certeza. –falou Marvin, olhando para uma máquina, onde um grande botão vermelho se destacava.
-Olha! Um botão! –gritou ele, correndo para apertá-lo.
-Não faça isso! Pode ser perigoso! –avisou Paul, apreensivo.
-Ô, seu estraga prazeres! Ás vezes é bom correr riscos. Vou apertar esse botão, e vou apertar agora!
Marvin estava quase apertando quando um clarão apareceu atrás dele e os dois amigos olharam arregalados enquanto uma coisa surgia diante dos olhos deles.
Parecia uma janela ou uma porta. A única diferença é que dentro dela havia uma espécie de espiral colorida envolta por uma espécie de doze estrelas que giravam também. Subitamente, uma mão saiu do portal e logo, dois outros jovens saíram, vestindo uma calça e uma camisa prateada, cada um com uma jaqueta preta.
Os dois amigos continuavam a olhar quando um dos outros que atravessaram o portal falou:
-Meu nome é Benjamin e o nome do meu amigo aqui é Lewis. Fomos enviados do futuro, diretamente do ano de 3845, em uma missão para mudar o que está acontecendo. Podem nos ajudar

Capítulo Dois:
Uma Conversa Muito Além da Imaginação

Marvin estava sobressaltado. Paul, muito assustado. Mesmo assim, os dois amigos continuavam a olhar os Enviados do Futuro, que também olhavam para eles, sem entender nada. Novamente, Benjamim perguntou:
-E então? Vão nos ajudar?
-Vo-vo-vocês... são mesmo do futuro? –indagou Paul, ainda assustado.
-Sim - respondeu Benjamim. –Pelos meus cálculos, devemos ter retornado um milênio, oito séculos, três décadas e cinco anos. Estou correto, Lewis?
-Está correto. –falou Lewis, que até aquela hora ainda não tinha falado.
-Como vocês conseguiram voltar no tempo? –perguntou Marvin, curioso.
-Através do protótipo de um acelerador de partículas. Conseguimos expandir o “buraco de minhoca” - um furo menor do que um átomo, que é na verdade um portal entre as épocas localizado no espaço tempo - até que ficasse em um tamanho aceitável para duas pessoas passarem, programamos a data no computador, conectamos ao acelerador e, então, viajamos em um portal do tempo até aqui e agora nos encontramos aqui. –disse Lewis. –E precisamos da ajuda de vocês.
-Por quê? –disse Marvin. –Como sabem que vamos ajudá-los?
-Foi predestinado - falou Benjamim. –É uma das profecias mais valiosas do futuro, e é a em que nós acreditamos.
-Profecias? Em um futuro tão avançado, onde é até possível viajar no tempo, ainda existem profecias?
-Sim - afirmou Benjamim. –E elas são muito importantes.
-Nossa cidade é localizada dentro da área de risco. Ela é protegida por um campo de força, mas logo em breve, até ele será destruído. –falou Lewis.
-Como assim? –perguntou Paul.
-É hora de vocês saberem a verdadeira razão de termos viajado no tempo e retornado ao passado. Lewis? Pode nos dar esse favor?
-É claro, meu amigo - disse Lewis. –No futuro, a natureza se revoltou contra a humanidade. Devido aos constantes desmatamentos e as devastadoras explorações que vinham ocorrendo nos séculos que iam se passando, quando chegou o ano de 3841, algo misterioso aconteceu. De alguma forma desconhecida, houve um desequilíbrio no ecossistema que afetou todo o planeta. Incrivelmente, milhares de furacões e tufões começaram a circular pela Terra, terremotos e tsunamis por toda parte, um crescimento exagerado e desenfreado das plantas e frutas, mutação genética de todos os animais, com até formigas de dois metros de altura! E para piorar a situação, a cada dezesseis horas, uma espécie de vírus biológico, que é o responsável pela mutação genética, que a própria natureza criou, fica cada vez mais forte. Em humanos, ele mata em 60 segundos só com uma leve respirada.
-Que horror! –exclamou Paul.
-E tem ainda mais! O mundo inteiro foi dominado por um tirano chamado Lucius Hermann. Um cientista teve a ideia dos campos de força, e ele o matou e colocou a ideia como sendo sua. Porém só o que protege a sua fortaleza é 100% seguro. Enquanto isso, outros campos de força vão sendo destruídos e milhões de pessoas continuam a morrer.
-Quantos já morreram? –indagou Marvin.
-Dois bilhões de pessoas. E vai crescendo cada vez mais. –respondeu Benjamim, com pesar.
-Isso é horrível! –exclamou Paul. - E como vocês acham que nós podemos ajudar? O que nós podemos fazer?
-Primeiro precisamos fugir desta cidade. –disse Lewis. –E rápido. Eles já estão vindo nos perseguir.
-Quem? –indagou Marvin.
-Os assassinos enviados por Lucius Hermann. Foram enviados para nos eliminar e exterminar. –respondeu Benjamim.
De repente a luz que havia trazido Paul e Benjamim apareceu outra vez, ao olhar horrorizado dos Enviados do Futuro.
-Tarde demais - disse Benjamim.
-Corram! –gritou Lewis.
Assim, depois daquela conversa fantástica, os quatro garotos saíram correndo para fugir e assim uma aventura perigosa e surpreendente já começava a acontece

Capítulo Três:
Uma Fuga Com Audácia e Coragem

-Continuem a correr, não parem por nada! –berrava Lewis.
Cansados, os garotos continuavam a correr desesperadamente, fugindo dos assassinos vindos do futuro.
-Não olhem para trás! –gritou Benjamim. –Acreditem, não vão querer saber da aparência deles.
De fato, os assassinos enviados por Lucius eram horríveis: ambos tinham o rosto completamente deformado e desfigurado, com os dentes linchados para ficarem pontudos, tinham armas futurísticas avançadas com o poder de fogo de uma bomba atômica, e preso ao cinto deles uma pequena maleta com terríveis e dolorosos instrumentos de tortura. Além disso, usavam uma roupa tão negra que pareciam corvos sedentos por carne e sangue.
E eles eram rápidos. Rápidos demais para um ser humano normal.
-Lewis - falou Benjamim, ofegante. –É hora de lutar.
Lewis tirou uma faixa de ninja do seu bolso, amarrou em sua testa, que estava suada por causa do cansaço –e tudo isso correndo– e tirou de dentro de um minúsculo compartimento um sabre de samurai afiado e o atirou contra o primeiro assassino, que desviou velozmente e deu um sorriso.
-Não parem de correr! –gritou Lewis.
Benjamim se virou e deu um soco na cara do segundo assassino, que desviou. Enquanto isso, Lewis lutava bravamente, até conseguir cortar o braço do segundo, que gemeu. Em seguida, o decapitou. Então, Benjamim tirou uma faca de sua cintura e cortou a garganta do primeiro, que ainda tentou matá-lo segundos antes de morrer mirando a arma contra ele e decepando sua mão.
Horrorizados, Paul e Marvin pararam de correr e se viraram para ver o estrago que havia ocorrido.
-Santo Deus - exclamou Marvin.
-Isto foi só o começo - disse Lewis. –Muitos outros virão à nossa procura, e acreditem, nem o tempo poderá detê-los.
-Temos que fugir daqui - disse Benjamim. –Porém a pé não seremos muito rápidos. Precisamos de um meio de transporte.
-Mas nós não sabemos dirigir - falou Paul.
-E nem será preciso - disse Benjamim. –Lewis? Você trouxe o “Livro-T”?
-É óbvio que sim - respondeu Lewis, tirando de outro minúsculo compartimento uma espécie de livro de capa prateada, com páginas meio metálicas. Quando Lewis abriu o livro, um botão azul surgiu.
-Permaneçam perto de nós! –gritou Benjamim.
Paul e Marvin se aproximaram e perguntaram:
-Por quê?
-Agora! –falou Benjamim.
Lewis apertou o botão e em uma fração de segundo eles desapareceram.
Segundos depois, eles reapareceram em um shopping, para a surpresa de um monte de pessoas que ali estavam.
-Benjamim! As “Motoxicron 3.0”!- gritou Lewis.
Benjamim tirou quatro discos dourados e os jogou no chão, que se transformaram em quatro motos para jovens incrivelmente futuristas.
-Subam nelas! –gritou Benjamim.
-O quê?! –tentou argumentar Paul. - Mas...
-SUBAM JÁ! –berrou Benjamim.
Obedecendo ao comando do Enviado do Futuro, Paul, Marvin e Lewis subiram nas mini-motos e girando os cabos das motos, foram fugindo a toda velocidade. De repente, uma legião de seguranças barrou as portas do shopping e Lewis disse para Paul e Marvin:
-Digam “Morte Súbita”.
-O quê? –falou Marvin.
-Apenas digam isso! –disse Lewis.
-Morte Súbita - falaram os quatro em uníssono.
Em cada moto apareceram metralhadoras azuis, que começaram a metralhar os seguranças e assustar os outros. Assim, os quatro garotos fugiram pela rua, acelerando cada vez mais.
-O que... foi... isso? –perguntou Paul, atônito.
-Olhem para trás que vocês vão entender - falou Benjamim.
Paul e Marvin olharam para trás e viram os corpos dos seguranças se transformarem nos corpos dos assassinos que os perseguiam.
-Muitos mais deles virão. –disse Lewis. –Eles não vão descansar até que o nosso coração pare de bater.
-Ou até nós sermos decapitados - completou Benjamim.
Assim, os jovens foram avançando pela rua durante muitos quilômetros até chegarem à estrada. Acamparam há 500 m da estrada, onde passariam a noite e pela manhã, partiriam. Até Marvin perguntar:
-Para onde estamos fugindo?
Benjamim respondeu sem hesitação:
-Vamos atrás de um modo de construir uma nova máquina do tempo.
-Que bom! Uma aventura no meio do ano escolar! Sem deveres, sem pais chatos... uma maravilha! –exclamou Marvin.
De repente, Lewis tirou seu sabre e pulou sobre Marvin e colocou a lâmina afiada na garganta do garoto.
-Lewis, acalme-se! –falou Benjamim, assustado.
Lewis não moveu um músculo e disse:
-Nunca... mais... fale mal... dos seus pais!
-Tudo bem - disse Marvin, e Lewis tirou o sabre de seu pescoço.

Capítulo Quatro:
A Trágica História de Lewis, Benjamim e Suas Famílias

Paul foi o primeiro a perguntar:
-Porque Lewis atacou Marvin?
Benjamim foi mais ligeiro ainda ao responder:
-Tivemos uma experiência trágica com... os nossos pais. Não vale a pena contar essa história, mas...
-Talvez você devesse contar para eles, amigo - rugiu Lewis. –Talvez esse tolo aprenda alguma lição com isso.
-Por que você mesmo não conta? –retrucou Marvin.
Lewis tremeu, e quando a primeira lágrima quase surgiu em seu olho, ele a enxugou e manteve a sua expressão severa.
-Lewis gosta de se manter imune a qualquer tipo de medo ou dor, tanto psicológica quanto física - disse Benjamim. –E já que vocês querem tanto saber nosso passado sombrio, receio que terem que contá-lo.
Benjamim respirou fundo e começou:
-Tudo principiou quando o desequilíbrio aconteceu. Com máscaras protetoras contra o vírus mortal, eu e minha família percorremos muitos quilômetros sedentos por água e com fome até chegarmos a uma cidade protegida por um campo de força. Lá encontramos Lewis e sua família e como desde cedo as famílias eram muito unidas, nossas famílias se juntaram e decidiram compartilhar e dividir cada comida e água que pudessem. Mas tudo isso mudou quando um bando de mercenários atacou e dominou aquela cidade. Um bando liderado... por Lucius Hermann. Decididos a extorquir o máximo possível, ele e seus loucos mercenários pressionaram todas as famílias, inclusive a nossa. Quando os nossos pais se recusaram a dar toda a comida, ele... atirou... na cabeça... deles. Ao tentar nos matar, alguém jogou na hora uma bomba de gás lacrimogêneo e gritou: “Fujam!” Eu e Lewis saímos correndo, com um choro transitando entre a tristeza e a raiva. Unidos como irmãos, fugimos pela cidade, que era muito grande, até entrarmos na casa de um velho mestre japonês, que nos escondeu e acolheu, porque tinha uma doença que lhe restavam apenas duas horas de vida e que sabia todo o tipo de artes marciais, boxe, vale tudo, até kung-fu. Antes de morrer, ele reuniu todo esse conhecimento de 50 anos de treino e experiência em uma máquina de memória instantânea, que permitia com uma senha obter, memorizar ou aprender qualquer coisa em somente 3 segundos. O velho disse a senha para Lewis, e o fez prometer que assim que ele obtivesse todo aquele conhecimento e que o compartilhasse comigo, ele deveria destruir a máquina com um sabre que de algum modo fantástico conseguia estender de um cabo vazio uma lâmina letal e afiada de 90 cm. Dito isso, ele se virou para mim e me deu estas luvas. –o Enviado do Futuro mostrou as luvas que estavam em suas mãos a Marvin e a Paul. - Luvas que tinham o poder de ficarem maiores e de matar o adversário com socos. Em seguida, ele morreu. Então, eu e Lewis adquirimos o conhecimento em 3 segundos e depois, meu amigo destruiu a máquina. Íamos embora, até Lewis parar e dizer que ele precisava fazer uma coisa. Assim, ele partiu com o sabre nas mãos e só retornou à noite, ensopado de sangue. Quando perguntei o que ele tinha feito, ele me disse que tinha cortado as gargantas de quase todos os mercenários, tirando Lucius Hermann, que tinha fugido e escapado da carnificina. Fiquei chocado com o que ele tinha feito, mas ele disse que eles deveriam pagar pela morte dos nossos pais. Depois, com máscaras de proteção, duas mochilas com comida e água, dois Mp32, quatro fantásticos transmissores mentais, e com “Livros-T”, que podem teletransportar a pessoa ou as pessoas para qualquer lugar que o portador do “Livro-T”, eu e Lewis partimos da cidade que atualmente no futuro é a cidadela de Lucius.
-Desculpe –interrompeu Paul. –O que são esses “fantásticos transmissores mentais”?
-É isso - falou Lewis, injetando duas seringas, uma em Marvin e uma em Paul, que gritaram de dor.
Calma, pensou Lewis. Dói no início, mas logo vocês se acostumam.
-Espera aí! –exclamou Marvin. –Eu tô ouvindo a sua voz na minha mente!
Algumas pessoas chamam isso de telepatia, respondeu Benjamim. Mas é por aí mesmo, Marvin.
-Uau! –exclamou Paul. - Eu tô ouvindo também! E eu posso também...?
-Claro - disse Benjamim.
Alô! Alô! Alguém na escuta? Alô!, gritou em pensamento Paul.
Ai, que barulho, reclamou Lewis. Não pense tão alto assim, garoto.
Maneiro! Funciona mesmo, alegrou-se Paul.
-Continuando a história - disse Benjamim. –Eu e Lewis fugimos da cidade, até descobrirmos dois anos depois um laboratório secreto, cheio de corpos mortos pelo vírus mortal. Lá, descobrimos a existência de uma Resistência contra Lucius Hermann, que já era o soberano naquela época, a qual nós nos juntamos e descobrimos os planos do louco tirano que existia. Também descobrimos as misteriosas Profecias, cuja qual nós fomos escolhidos é:

“Dois do futuro deverão ao passado retornar
Um com mãos poderosas e um com desejo de se vingar
No passado dois amigos irão ajudar
E logo que os do Futuro chegarem, eles irão se encontrar
Um milênio, oito séculos, três décadas e cinco anos devem voltar
E o destino do amanhã em jogo irá ficar. ”

Assim, vimos os planos para a construção do acelerador de partículas para criar uma máquina do tempo, que eu e Lewis demoramos dois anos para construir. Porém, Lucius descobriu também os nossos planos, e com a tecnologia que ele tinha acesso, ele fez uma réplica melhor da nossa máquina do tempo em somente duas semanas. Assim, às pressas, nós ligamos a máquina e partimos através das sendas do tempo, e então, nós agora estamos aqui. Essa é nossa história.
-Quem fez as profecias? –perguntou Paul.
-Ninguém sabe - respondeu Lewis.

Capítulo Cinco:
Uma Visão do Vilão do Futuro

A manhã não demorou a chegar, e logo eles partiram nas motos. Para ficarem mais seguros, resolveram conversar usando apenas os “transmissores mentais”.
Estou preocupado, pensou Paul.
Com o quê? Estamos seguros com esses dois, respondeu Marvin.
Bem, explicou Paul, Eu tenho uma coisa pra te contar. É que...
Cuidado!, gritou Benjamim.
***
Sete portais do tempo começaram a se metamorfosear na estrada, e de cada um deles cinco assassinos fortemente armados saíam, com sorrisos malignos no rosto.
Um deles, com uma arma mista entre espada e metralhadora, falou:
-Rendam-se. Nós somos 35 e vocês são quatro. Se vocês se renderem, prometemos uma morte rápida e sem dor. Senão, receio que cada um de nós terá que torturar vocês até seus ossos virarem pó. Depois, os corvos se fartaram de suas carnes!
Lewis desceu da moto, tirou seu sabre e disse:
-Apenas observem.
O Enviado do Futuro apertou o dedo indicador no cabo do sabre, que foi se transformando em um bumerangue. Um bumerangue letal. Lewis atirou o bumerangue e, um a um, os assassinos eram brutamente decapitados. Não adiantava colocar as mãos ou tentar atirar contra o bumerangue: ele continuava girando e, se as mãos ou os braços estivessem no caminho, eram decepados e a cabeça era cortada fora. Aterrorizados, Paul e Marvin observavam, até todos os corpos caírem no chão, banhados de sangue. Até Benjamim pareceu surpreso:
-Nossa! Isso foi... Uau!
Lewis deu um sorriso. Apesar de ser sério, ele gostava de ser elogiado.
Subitamente, mais vinte portais do tempo surgiram, com mais assassinos e com certeza, Lewis e nem tão pouco os três poderiam combatê-los.
-Corram! –gritou Benjamim. Os quatro subiram nas motos e fugiram a toda velocidade, porém algo mais surpreendente aconteceu: os assassinos começaram a correr, e até mesmo quando eles chegaram a 220 km por hora, os assassinos pareciam não se cansar e se aproximavam cada vez mais dos garotos.
-Isso é impossível! –exclamou Paul. - Nenhum ser humano normal pode correr a 220 km por hora!
-Você falou corretamente, Paul. - disse Benjamim. –Nenhum ser humano normal pode correr a essa velocidade. Pense bem: você acha que eles são normais?
-Benjamim - falou Lewis. –Acho que está na hora de um “plano B”!
-Concordo! –respondeu Benjamim. –Transmutar para modo voador!
Paul e Marvin não entenderam o que Benjamim havia dito até as motos começarem a flutuar e asas metálicas começarem a sair das laterais das motos, que já não eram mais motos e sim aviões com o tamanho exato pra cada um deles.
Usem os “transmissores mentais” para pilotarem o avião, pensou Lewis.
Ah, Meu Deus! Olhem! Que esquisito, gritou Paul.
Os quatro olharam e vislumbraram enquanto os assassinos começavam a flutuar em uma espécie de bola oval fina e brilhante, alguns com espadas, outros com metralhadoras e outros até com granadas, e começavam a voar contra os quatro.
É hora de lutar, pensou Benjamim.
Os Enviados do Futuro começaram a atirar. Marvin teve dificuldade, mas começou a atirar contra os assassinos. Porém Paul foi surpreendente. Ele conseguiu atirar oito vezes consecutivas na cabeça dos assassinos, além de voar com a precisão de um veterano de guerra, fazendo incríveis manobras aero planas que fariam um expert profissional babar. O que impressionou até a Lewis:
Quem diria! Como você conseguiu tamanha precisão?
Horas e horas seguidas nos finais de semana jogando simuladores de voo no Play Station 2 e Xbox 360. Eu tinha que aprender alguma coisa, respondeu Paul, até um pouco surpreso consigo mesmo.
Então, as coisas começaram a ficar mais perigosas. Os assassinos pareciam estar aumentando. Não importava o quanto eles caíam, eles pareciam aumentar cada vez mais. E o armamento estava ficando cada vez mais difícil. Repentinamente, um portal do tempo surgiu no ar diante deles.
Então ele surgiu.
Atravessou o portal do tempo com a maior naturalidade, voando em sapatos com foguetes, segurando uma arma presa à sua mão direita. Quando viram seu rosto, Lewis e Benjamim sentiram seu sangue ferver. Quem acabara de chegar ao passado era Lucius Hermann. O vilão do futuro. O assassino dos pais dos Enviados do Futuro.
-Ora, ora, ora - disse Lucius, com um sorriso diabólico no rosto. –Se não são os orfãozinhos que acham que podem salvar o mundo viajando no tempo. Patético.
Em seguida, olhou para Paul e Marvin e disse:
-Olhem só! Parece que a profecia está correta. Bem, então, se a profecia está se cumprindo, significa que vocês devem morrer.
Lucius apontou a arma e Lewis berrou:
-Benjamim! A bomba temporal!
Uma bomba saiu do avião de Benjamim e entrou no portal do tempo. De repente, Lucius e todos os seus assassinos foram sendo sugados pelo portal do tempo, onde os quatro só ouviram o grito irado do vilão antes de retornar a sua época.

Capítulo Seis:
A Missão é Finalmente Revelada

-Chega! Eu não aguento mais! –gritou Paul, quando eles pousaram e saíram dos aviões. –Eu desisto!
-O que foi? –perguntou Marvin.
-Você ainda ousa perguntar?! Olha só isso! Nós nos envolvemos em uma aventura super estranha com viagem no tempo, conhecemos um samurai adolescente psicopata (Lewis bufou ofendido) e um garoto com um monte de profecias esquisitas vindos do futuro (Benjamim ficou indignado), enfrentamos um monte de assassinos pirados, vimos decapitações, membros serem decepados brutalmente, enfim, um monte de coisas horríveis! E, para melhorar a nossa situação, um tirano futurista agora quer ver nossos corações pararem de bater. E tudo isso por sua culpa! –respondeu Paul, apontando para Marvin, que ficou indeciso se ria ou se tentava argumentar.
-Se não fosse por você –começou novamente Paul. –Nós nunca teríamos entrado na casa no Sr. Perlman, nós nunca teríamos nos metido nessa loucura. É tudo culpa sua!
-Você quis vir! –argumentou Marvin. –Se você quisesse, poderia ter me ignorado e ido dormir! Você escolheu vir comigo!
-Eu sempre estive do seu lado! Você é meu amigo! Mas se você não tivesse...
-Vocês querem CALAR A BOCA?! –berrou Lewis.
-Temos que nos concentrar no nosso objetivo - afirmou Benjamim.
-Tudo bem. –concordou Paul. - Você poderia definir qual é o nosso objetivo?
-Temos que construir uma máquina do tempo de função inversa. Com ela, nós iremos regredir a natureza até o tempo em que tudo era fértil e próspera e mantendo as cidades onde estão. Com ela, os animais retornarão ao normal e, principalmente...
-Temos esperança de fazer com que essa máquina salve a vida dos nossos pais, fazendo com que eles nunca tenham morrido. –explicou Lewis.
-Mas espera aí! –exclamou Marvin. –Vocês vieram de um futuro distante cheio das mais avançadas tecnologias - apesar de estar semi-apocalíptico - para construir outra máquina em um passado inferior?
-A máquina só funciona a Bio-5, uma esfera energética que possui um alto controle sobre a natureza. Ela está sendo criada secretamente em um laboratório em Washington, DC, onde ele está exatamente nos subterrâneos da Casa Branca, sendo protegido por agentes secretos do FBI e da CIA. No futuro, ela foi destruída por Lucius Hermann, quando ele a usou para construir seu campo de força protetor. A nossa missão é roubar essa esfera, levá-la de volta para o futuro e construir a máquina velozmente, para mudarmos o passado e salvarmos o futuro. –disse Benjamim.
Todos ficaram calados, até Paul se virar para Benjamim e assustá-lo, berrando altamente:
-Você ficou louco?! Enfrentar agentes treinados do FBI? Da CIA? Somos crianças de 12 anos! (-Na verdade, pré-adolescentes! - comentou Marvin) Como vamos enfrentá-los? Como eu e Marvin vamos enfrentá-los?
-Vocês já possuem um potencial escondido para isso. –afirmou Benjamim, com um sorriso. -Só necessitam desperta-lo.
Lentamente, quatro portais do tempo começaram a surgir ao redor deles.
-E parece - sorriu Lewis. –Que esta é uma ótima oportunidade para isso.
Benjamim atirou duas 9 mm para Paul e Marvin, e suas mãos inflaram, e ele começou a atacar. Sua mão foi socando o primeiro assassino que emergia do portal, e Lewis já avançava para o segundo. Paul estava sem ação alguma, porém quando um terceiro tentou atacá-lo, ele nem pensou duas vezes e atirou, e o corpo do assassino jazia morto no chão.
Excelente, pensou Lewis.
Obrigado, agradeceu Paul.
Marvin atirava para todos os inimigos que via na sua frente. Eles pareciam se multiplicar. Quanto mais eles os derrotavam, mais eles aumentavam.
-Não podemos com todos eles! –gritou Benjamim.
Lewis afirmou com a cabeça e rodopiou pelo ar, com o sabre em sua mão, pegou o Livro-T, e logo Benjamim, Marvin e Paul se juntaram a ele, e os quatro desapareceram dali.
***
Enquanto isso, em um futuro incerto e tirânico, Lucius Hermann bufava de raiva: mais uma vez os malditos garotos escaparam. Ele observava os acontecimentos através dos olhos dos seus assassinos, que continham lentes de contato que eram na verdade pequenas câmeras temporais. Eles buscavam a Bio-5, ele sabia disso. Se eles conseguissem... então ele riu. É claro que eles não iriam conseguir. Afinal, como eles iriam retornar para o futuro? Ficariam presos no passado para sempre. Perfeito! Porém... se eles alterassem o passado, poderia ser catastrófico o que poderia acontecer no futuro. Não, eles retornariam ao futuro, seriam mortos e fim de papo.
-Cerveja! –gritou ele para os seus servos. –Mais cerveja!
Estúpidos, pensou ele, enquanto serviam cerveja em sua caneca de vidro e ele os enxotava dali ou simplesmente os matava. Pegou a taça espumante e bebeu, pensando com satisfação:
Como é maravilhoso o sabor da morte e da vitória.

Capítulo Sete:
Explosão a Caminho de Washington, D.C

Os quatro embarcaram em um trem para Washington. A viagem demoraria umas 4 horas, então eles teriam tempo suficiente para descansar de tantas lutas, mortes e aventuras. Os Enviados tinham levado dinheiro da época para o passado, em caso de emergências.
Lentamente, Paul e Benjamim foram adormecendo, seguidos por Marvin. Lewis foi o único a permanecer acordado, absorto em seus pensamentos, até que após meia hora, ele sucumbiu ao sono.
Após duas horas e meia, Lewis despertou. A madrugada estava silenciosa e tranquila. Subitamente, ele ouviu um barulho suspeito e um cheiro de queimado até que ele ouviu o barulho de uma explosão.
-Acordem! –berrou ele para os outros três. –Acordem!
Lewis se concentrou e gritou em pensamento:
ACORDEM!
Os três quase pularam das poltronas, assustados.
-Lewis! –exclamou Benjamim. –Você ficou louco?
-Silêncio! –sussurrou Lewis. –Usem os transmissores mentais!
Muito bem, pensou Marvin, bocejando. O que está acontecendo? Por que você nos acordou?
Tem alguma coisa de errado com esse trem, pensou Lewis. Eu ouvi o barulho de uma explosão.
Explosão? Hahaha, muito engraçado, pensou Paul.
Então de repente, o vagão onde eles estavam explodiu ao meio.
-Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh! –berrou Paul, aterrorizado, enquanto sua poltrona ia para a morte.
Benjamim ativou suas luvas e pegou a cadeira onde Paul estava. Enquanto isso, os outros passageiros iam caindo diretamente para serem triturados pelos trilhos do trem e pelo próprio trem.
-Ajude-as! –gritou Paul.
Lewis hesitou e Paul berrou em meio aos gritos:
-Salve aquelas pessoas ou eu juro que eu vou atirar na sua cabeça tanto que os seus miolos vão sujar todo esse vagão!
Lewis sorriu e pensou:
Finalmente você está agindo como um homem.
E ele saltou para o resgate.
Benjamim continuava a arrastar Paul, que se segurava na cadeira. Quando ele finalmente ficou suficientemente próximo ao chão, ele pulou da cadeira e pousou fortemente no chão, enquanto Benjamim a soltava e ela se dilacerava nos trilhos. Lewis continuava a ajudar as outras pessoas e quando uma menina de um ano e meio escorregou das mãos de sua mãe em direção ao seu fim, Marvin, que ainda não tinha feito nada, saltou de sua cadeira e a pegou antes que ela fosse despedaçada e a salvou, batendo seu rosto contra um dos vidros do trem, que se quebrou e cortou seu rosto. Enquanto tudo isso acontecia, Paul observou os outros vagões serem um a um explodidos como o vagão deles, então ele olhou para o céu e antes que pudesse distinguir o que estava voando e causando aquela destruição, o vagão do maquinista também foi explodido, de um modo tão forte que as duas metades do vagão deles se dividiram e cada uma capotou e girou pelo ar. A realidade foi rodando rapidamente, com choros, gritos e sangue por todo o lado, até que a escuridão engoliu os quatro e tudo desapareceu.
***
Lewis foi o primeiro a abrir os olhos. Ele levantou a cabeça e percebeu que sua perna estava quebrada. Ele a pegou e, com uma careta de dor e cerrando os dentes, ele a colocou no lugar, deixando escapar um suspiro. Só depois ele olhou em volta. A metade do vagão estava virada de cabeça pra baixo. De um modo milagroso, todos ali estavam vivos, incluindo a mãe e a menina, que abraçadas não sofreram um único arranhão. Benjamim olhou para sua mão e percebeu que um de seus dedos estava quebrado. Assim como o outro Enviado do Futuro, ele o pegou e com uma exclamação de dor o colocou no lugar. Marvin e Paul estavam ilesos como os outros passageiros, somente com alguns pequenos arranhões e, no caso de Marvin, com um corte no rosto.
Vamos pessoal, pensou Lewis. Nossa missão ainda não acabou. Nós ainda precisamos da Bio-5. Temos que partir.
Assim, os quatro se levantaram e observaram o nascer esplendoroso do sol, anunciando uma nova manhã que resplandecia.

Capítulo Oito:
Como se Infiltrar no FBI, na CIA, e Etc.

Marvin bocejou. Eles estavam caminhando há mais de uma hora e depois daquela última aventura -apesar de Paul considerar uma desventura- ele já estava exausto com tudo aquilo que tinha acontecido.
Deixem de ser preguiçosos, pensou Benjamim, rindo. São só alguns quilômetros. Qual é o problema disso?
Talvez pra você isso não seja um problema, pensou Paul.
-Hahahaha! –riu Marvin.
Vocês querem calar a boca?Pelo menos por cinco minutos, retrucou Lewis, irritado. Parem de agir como se fossem criancinhas de dois anos de idade.
Eles foram caminhando até chegarem a um restaurante na estrada. Lewis deu U$$100,00 dólares para a garçonete e pediu o café da manhã, ou seja, quatro pães com queijo e ovo, quatro cafés com leite, quatro panquecas e uma jarra de suco de laranja. Ele estava sujo e tinha alguns hematomas e cortes pelo corpo, mas como eram cem dólares que ele estava dando, ela decidiu não recusar.
-Ah, e fique com o troco. –acrescentou Lewis.
A garçonete quase deu pulinhos de alegria.
-Muito bem - falou Benjamim. –Precisamos discutir um modo de nos infiltrar na Casa Branca. Alguém dentre vocês tem alguma ideia?

Em breve, a continuação desta emocionante aventura!
Aguardem...

Nenhum comentário:

Postar um comentário